Faculdade Anglo Americano | Caxias do Sul

Marketing

Você sabe definir a Geração Y?


Eles nasceram entre a década de 1980 e meados da década de 1990, são liberais no consumo, preocupam-se com o meio ambiente, cresceram numa cultura das mídias e hoje vivem conectados. Além disso, já foram considerados superficiais e desatentos, ao mesmo tempo que possuem o desejo de mudar o mundo. Essas são algumas das características que representam a chamada Geração Y , tão discutida ultimamente.

Os indivíduos desse grupo são instáveis e voláteis na profissão. Costumam não ficar muito tempo na mesma empresa e nem pensam duas vezes em trocar o trabalho atual por novos desafios. Isso tudo porque imediatismo é uma das palavras-chave em suas vidas. Ainda no ambiente de trabalho, esses jovens também não reconhecem hierarquias e regras de comportamento, valorizam sua vida pessoal e preocupam-se muito mais com o feedback.

A comunicação não tem barreiras. Nativos digitais, eles não cogitam abrir mão da tecnologia e fazem parte de uma geração conectada em rede. Quando o assunto é comportamento e consumo, são fiéis a uma marca (lovemarks) ratificando um status dentro de um comportamento coletivo. Além disso, querem interação com essas marcas e o direito de serem ouvidos assim como esperam uma resposta diante de algum problema.

A Geração Y não pertence a um único grupo, mesclam comportamentos de várias tribos ao redor do mundo e, ao contrário da geração anterior, dispensam rótulos. Na era da ascensão dessa geração, todos nós queremos ser jovens? Esse vídeo, lançado há pouco tempo pela Box 1824, traduz o sentimento da época e nos mostra comportamentos e tendências desses jovens.

Nessa reportagem do Jornal da Globo, você pode conhecer um pouco mais sobre a rotina de uma das empresas símbolo da geração Y, o Facebook. Além disso, a Revista Galileumostra um contraponto bem bacana com as gerações anteriores e a sucessora da Geração Y.

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Dobrando o espaço de mídia, de graça


É um outdoor para o BMW M3 Coupé que só é completo refletido no chão.

Como não gostar dessa esperteza?

A agência Serviceplan, de Munique, ainda diz que isso é dobrar o espaço de mídia, de graça.


Fonte: brainstorm9


HSM Expomanagement 2010

Como o mote do evento mesmo diz, você em linha com o conhecimento, este foi o motivo da minha ida a São Paulo. Quando buscamos conhecimento, crescemos como pessoas e na profissão. Um evento de magnitude mundial com os maiores pensadores em gestão e marketing do mundo, saber o que está acontecendo, as tendências, e as novas exigências do mercado foi a pauta de todas as palestras, tanto as principais como as que ocorreram nas estações do conhecimento.

Os 3 dias foram para mim, como a Disney é para uma criança, um ambiente onde as maiores cabeças estavam passando seus conhecimentos e dividindo com os presentes o que pode ser feito para as empresas obterem diferenciais competitivos e um futuro sustentável e lucrativo.

A grande pauta foi a sustentabilidade e o respeito ao ser humano, Kotler falou sobre o Marketing 3.0 que é centrado nos valores da empresa, não só no valor entregue ao consumidor, um conceito muito mais amplo e complexo de ser entregue já que 70% das empresas estão no marketing 1.0, ou seja, voltado para o produto e muito pouco para o consumidor.

Já Gery Hamel falou sobre a importância da reinvenção da gestão pois fazem décadas que as empresas trabalham com o mesmo modelo. Ele citou 3 desafios:

1 – As empresas tem que mudar e mudar rápido, sendo o algoritmo de 70% do tempo melhorando o core business, 20% reinventando e 10% reinventando radicalmente.

2 – Clumbling Barries: Desmembramento das barreiras de entrada com a adaptabilidade, inovação e valor para o cliente.

3 – O conhecimento está se tornando commodities

Outro autor que passou uma mensagem muito importante foi Vijay Covindarajan que escreveu o livro “O outro lado da inovação”. Ele falou sobre gerenciar o presente como sendo importante mas não sendo mais estratégia, o segundo passo é esquecer seletivamente o passado e por último criar o futuro. Outra mensagem importante é que toda a estratégia para os próximos anos está dentro da empresa e jamais deve-se deixar as decisões estratégicas só para os diretores e CEOs. Pense e execute, a execução é mais importante do que um monte de idéias voando.

Na minha opinião todo empresário que deseja perpetuar e obter lucro em um mundo totalmente sem fronteiras e sem barreiras deve atualizar-se, aceitar que é limitado e preso a modelos antigos. Um bom começo é ouvir os funcionários, clientes, comunidade e especialistas, mudar antes que o mundo mude o resultado financeiro da empresa, podendo ser tarde demais. E isso é inevitável.

Prof. Esp. Eduardo Pezzi
Coordenador Marketing FAACS
www.edupezzi.com.br


Hotel de luxo usa contos de fadas

Já pensou em entrar no quarto de um luxuoso hotel italiano e se deparar com um lobo em sua cama? E que tal encontrar doces gigantes como almofadas e xícaras de chá sendo usadas como mesa de centro?

Quarto da Chapeuzinho Vermelho: cuidado com o lobo!
Não é para comer. É para deitar
Detalhe do ‘Quarto da Alice’

A proposta é da Maison Moschino, hotel quatro estrelas da grife homônima instalado no centro de Milão, Itália. A sugestão é transportar os hóspedes para um verdadeiro conto de fadas.
As 65 suítes estão dispostas em quatro andares dentro de uma estação de trem construída em 1840, a segunda mais antiga da Itália, de acordo com a Moschino. Foram escolhidas 16 histórias para decorar os quartos, entre as quais “Chapeuzinho Vermelho” e “Alice no País das Maravilhas”.
O hóspede que quiser se sentir como personagem de uma história infantil vai encarar preços que variam muito de acordo com a temporada e o tipo de pacote. Para se ter uma ideia, é possível se hospedar no quarto da Chapeuzinho Vermelho a partir de 280 euros por noite, equivalente a cerca de R$ 650.
Fora os quartos, o hotel também oferece outros luxos. O lugar conta com restaurante e spa, ambos decorados também com temas de princesas e fadas.
A inspiração e a proposta de “viver um sonho” foram parar até no slogan do hotel: “onde as quatro estrelas encontram algumas nuvens”.

Fonte: Epoca Negócios


A história do Vale do Sílicio


Muito se tem falado sobre o filme que narra a história de como surgiram a Microsoft e a Apple, tendo com base o Vale do Silício, uma região da Califórnia infestada de empresas de tecnologia.

Mas o porque de tanta polêmica?

A narrativa do filme evidencia que não as grandes indústrias de computadores que criaram as máquinas de computação pessoal, mas adolescentes, nas garagens com o desejo de criar uma ferramenta para mudar o mundo.
É lógico que o Vale do Sílicio foi palco de uma revolução talvez mais radical, sem ícones muito visíveis, e que ocorreu na economia e nas finanças. Uma economia movida a capitais de risco cresceu quase do zero, como surgida do nada, até provocar tombos mundiais catastróficos.
Para entender melhor vamos descrever aqui o que Tim Bajarin, diz em seu artigo publicado pela PC MAG:

“As origens da tecnologia avançada em que as empresas do Vale do Silício, nos Estados Unidos, que praticamente ditam as regras do mundo tecnológico contemporâneo, remetem à Segunda Guerra Mundial. Já em 1939, os alemães tinham desenvolvido sofisticados sistemas de radares, capazes de identificar os bombardeiros aliados e caças inimigos, muito antes de sermos capazes de impedir tal tipo de detecção. Por isso, os militares norte-americanos estabeleceram um laboratório secreto em Harvard, chamado Radio Research LAB (RRL).
Graças ao trabalho ali desenvolvido, descobriu-se uma maneira de confundir os alemães em seus esforços de identificar as aeronaves aliadas. Um jogo de gato e rato se seguiu: os americanos encontravam uma maneira de confundir o radar, os alemães encontravam um jeito de contorná-la – e todos tinham que desenvolver novos métodos para burlar os novos dispositivos.
Entra em cena Fredrick Terman, que havia sido selecionado em Stanford para chefiar o RRL em Harvard. Terman retornou para lá depois da guerra para comandar a cadeira de engenharia da escola. Assim, ele estendeu os programas da universidade nas áreas de Engenharia, Ciências e Estatística. Dois de seus alunos de Engenharia, por sinal, foram William Hewlett e David Packard, fundadores da HP. Foi Terman quem analisou seus trabalhos e sugeriu que eles abrissem a própria empresa”.
O filme é relatado sob a visão de Stephen Wozniak. Inicia-se por volta dos anos da década de 1970, onde Stephen e Steve Jobs, de modo simplório e ainda desconhecidos, propõem um microcomputador pessoal, isso só em planos, nada concreto ainda.
Ficou com vontade de saber mais?

Veja aí!

Fonte: PC MAG


Gestão 2.0: a morte do super-homem


A RedeTV realizou, no último dia 22, mais um debate entre os presidenciáveis do país, que envolve várias etapas. Entre elas, cada candidato teve o direito de realizar uma pergunta para outro candidato. Quando questinado sobre uma estratégia realizada pela Petrobrás, o candidato Plínio Sampaio (PSOL) declarou que não sabia responder a pergunta. Sampaio disse que presidente não precisa saber tudo, pois é para isso que ele necessita dos assessores e ministros. Resposta perfeita.

Nenhuma pessoa que esteja no mais alto cargo de qualquer instituição tem a obrigação de saber tudo e se envolver em todas as decisões da empresa. Imagine se todos os colaboradores da sua companhia dependessem de apenas uma pessoa para seguir em frente com seus projetos, como ficaria a competitividade?

E isso se aplica a todos os níveis gerenciais da empresa. A complexidade existente atualmente no ambiente competitivo da nova economia é enorme e quase impossível de ser acompanhada por toda a instituição. Apenas para se ter exemplo dessa complexidade, há alguns anos atrás, se uma pessoa ficasse doente, ela procurava um clínico geral. No meu caso, minha mãe procurava um otorrinolaringologista. Hoje em dia quase não existem clínicos gerais, mas diversos especialistas como infectologistas, neuropediatras, pneumologistas e etc.

Já dizia Peter Drucker: “Nenhuma instituição jamais poderia sobreviver ou crescer se precisasse de gênios ou super-homens para gerenciá-la. Ela precisa ser organizada de modo a ser capaz de seguir em frente sob uma liderança composta de seres humanos medianos”. Para sobreviver e crescer dentro do ambiente atual da alta competitividade e complexidade é preciso deixar de construir organizações que dependam da liderança heróica.

É necessário reconhecer que não podemos reduzir a importância das outras pessoas existentes dentro de nossas empresas. Devemos aproveitar a propensão natural dos indivíduos de cooperar em comunidades em detrimento de criar grupos de seguidores que devem ser motivados para que tenham bom desempenho. É preciso incentivar que as equipes compartilhem processos, incentivem a propriedade coletiva de ideias e permitir que as equipes aprendam umas com as outras.

Diversidade de perspectivas é um elemento importante para empresas que querem navegar nas ondas revoltas da nova economia e que, por essa razão, buscam investir em criatividade. Elas estão constantemente em busca de pessoas com a capacidade e a disposição de colaborar entre diferentes disciplinas. No final, essa capacidade é o que distingue a mera equipe multidisciplinar de uma equipe verdadeiramente interdisciplinar. Em um grupo multidisciplinar, cada pessoa defende a própria especialidade técnica e o projeto se transforma em uma prolongada negociação entre os membros da equipe, provavelmente resultando em concessões a contragosto. Em uma equipe interdisciplinar, todos se sentem donos das ideias e assumem a responsabilidade por elas.

Portanto, nenhuma empresa pode depender da existência de um super-homem para sobreviver e crescer, pois a complexidade é a kriptonita desse super-herói. Nesse caso, assim como o chumbo protege o super-homem dos efeitos da kriptonita, a criatividade e a inteligência coletiva protegem a empresa dos efeitos da alta complexidade. É preciso reconhecer que somos mais inteligentes do que qualquer um de nós.

Fonte: @blogdomarcelao


Anglo na Feira do Empreendedor RS


Além de circular dentre 20 mil pessoas e vislumbrar os mais de R$ 12 milhões em negócios no Salão de Franquias, os alunos da AngloCaxias puderam viver intensamente a Feira do Empreendedor RS, que ocorreu nos últimos dias (9 a 12/09) no centro de Exposições da FIERGS.

Para saber mais sobre a feira clique aqui


Turma da Anglo em peso na ENCOMEX

Muitos alunos da Anglo Caxias estiveram em peso na Última Encomex Mercosul na Fiergs!

Pra quem não foi fica a sinopse da feira:

O Encomex, um evento institucional de caráter internacional e formato múltiplo que se consolida a cada edição como uma oportunidade de conhecimento e de convergência dos diferentes agentes públicos e privados interessados no mercado exportador brasileiro, promovendo, incentivando e fomentando o processo de exportação das empresas e ajudando no desenvolvimento de mercados.

O Encomex busca promover a competitividade e a sustentabilidade no setor de exportação contribuindo na busca de soluções e alternativas para os problemas que existem no processo de exportação, juntamente com o poder público e a iniciativa privada procurando novos nichos de mercado para as exportações brasileiras.

Saiba + da Encomex aqui


Os talentos do Líder Y


Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.

O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?

Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:

– A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
– A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
– O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.

As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.

Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

– O Líder Y não se satisfará em cumprir Metas, Resultados, ou com Cargos e Empregos. Treine-os para desenvolver Causas e levantar bandeiras;
– O Líder Y não se satisfará em comandar seguidores e pessoas obedientes;
– O Líder Y não se satisfará apenas em fazer a sua parte. Crie oportunidades para que possam cuidar do todo;
– O Líder Y não se satisfará com o mundo do tangível. Ajude-os a ser bons gestores do intangível;
– O Líder Y não se satisfará em fazer apenas o combinado. Ajude-os a extrapolar, surpreender e se diferenciar da multidão;
– O Líder Y não se satisfará com discursos sem coerência com a prática. Eduque-os pelo exemplo. Fale mais aos olhos que aos ouvidos;
– O Líder Y não se inspirará pela autoridade ou pelo carisma. Inspire-os pelos valores.

No novo “game da liderança” não adianta tentar abrir as portas do futuro com as chaves do passado!

César Souza (cesarsouza@empreende.net) consultor , escritor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia , Mkt e RH.
blogdocesar.com.br


Aumente sua verba de Marketing deduzindo do imposto de renda


Aumente sua verba de Marketing deduzindo do imposto de renda

Por Nelson Puccini e Germana Marinho*

No atual ambiente competitivo, é mais necessário do que nunca que as empresas procurem formas eficazes para melhorar os resultados de seus negócios. Esse desafio pode e deve ser abordado por vários ângulos, seja desenvolvendo novos produtos/serviços, utilizando Marketing adequado, seja reduzindo custos e eliminando ineficiências.

Curiosamente, muitos profissionais de Marketing ainda não tiveram oportunidade de utilizar benefícios disponíveis por lei, mas que exigem trabalho multidisciplinar para serem implementados e auferidos pela empresa. Exemplo de tais benefícios são aqueles derivados das leis de incentivo à cultura, tais como: Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Lei Mendonça (Prefeitura de São Paulo), entre outras.

A Lei Rouanet, por exemplo, estabelece que empresas com base no lucro real podem, via renúncia fiscal, abater até o limite de 4% do Imposto de Renda (sem o adicional) e alocar tais recursos em projetos culturais, como peças teatrais, atividades circenses, entre outras. Há uma clara agregação de valor para empresa, devido à divulgação institucional obtida, ainda que com recursos que seriam perdidos de outro modo (via pagamento de Imposto de Renda).

A grande vantagem está no fato de que a empresa pode se valer desse benefício, redirecionando parte dos recursos que seriam destinados ao pagamento de impostos para associar sua empresa a um projeto cultural, gerando mais identificação e exposição de marca, além de ser uma das melhores plataformas de relacionamento com clientes, parceiros e prospects.

Uma empresa pode alocar até R$ 60 mil (limite de 4% do IR sem adicional) para o projeto cultural selecionado e ter igual redução no valor do IR a pagar. Na prática, funciona como uma verba de Marketing adicional e gratuita. A empresa sempre será beneficiada, pois poderá usar parte (4%) de um valor compulsório, que estaria definitivamente perdido, para fomentar a cultura e divulgar o seu nome nos meios de comunicação e entre clientes.

Saiba mais aqui

Profº Eduardo Pezzi, Esp.Coordenador do Curso de Marketing


Regulamentação da profissão de Marketing recebe primeira aprovação

PL 1944/07 foi aprovado pela Comissão de Trabalho, mas ainda tem longo caminho a percorrer até a sanção presidencial

Após quase cinco anos, o Projeto de Lei que regulamenta o exercício da profissão de Marketing recebeu a primeira aprovação na Câmara dos Deputados. O PL 1944/07, de autoria do Deputado Federal Felipe Bornier (PHS-RJ), vinha tentando ser apreciado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público desde 2008.

O texto, no entanto, deve ainda passar pela Comissão de Finanças e Tributação e pela Comissão de Constituição e Justiça de Cidadania, seguir para discussão no Senado e, finalmente, ser sancionado pelo Presidente da República. A história do Projeto de Lei tem sido motivo divergências nos últimos anos.

Apresentado originalmente em 2005 pelo então Deputado Eduardo Paes, e atual prefeito do Rio de Janeiro, o PL foi publicado no Diário da Câmara dos Deputados no final daquele ano legislativo e ficou parado até o fim de 2006. Desde sua criação, o texto contou com a oposição de alguns parlamentares e gerou polêmica no mercado por igualar o profissional de Marketing ao publicitário.

Projeto foi arquivado por um ano
Ainda em 2006, o Projeto foi arquivado porque Paes não se candidatou à reeleição e não houve pedido para a reabertura do PL. No ano seguinte, o mesmo texto foi encaminhado à Câmara, novamente, pelo Deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO) e recebeu novo processo: 1226/07.

Em agosto daquele ano, o Projeto de Lei 6235/05 foi desarquivado pelo Deputado Wellington Roberto (PR-PB), deixando assim, dois textos iguais a serem aprovados pela Câmara. Somente um ano depois, em setembro de 2007, o Deputado Felipe Bornier (PHS-RJ) apresentou o novo texto 1944/07, que se juntou ao 1226/07. Em outubro do mesmo ano, o antigo 1226/07 foi rejeitado e o novo PL (1944/07) recebeu aprovação para tramitar na Câmara.

O ano de 2008 marcou inúmeras tentativas de votação do PL 1944/07 para ser aprovado na Comissão de Trabalho da Câmara. Um dos fatores que atrasaram o andamento do processo foi a mudança do verbete Nº 2 da Súmula de Jurisprudência da Comissão, que julga a regulamentação de profissões.

PL gerou polêmica entre profissionais
Todos os textos apresentados até então falavam sobre a impossibilidade de outros profissionais exercerem a carreira sem serem diplomados em Marketing. A iniciativa obrigou que o projeto não propusesse uma reserva de mercado para um segmento em detrimento de outras profissões com formação idêntica ou equivalente. Esta medida visava garantir o exercício profissional, com os deveres e as responsabilidades estabelecidos.

Outra mudança realizada no Projeto foi a retirada da criação do Conselho Federal e do Conselho Regional de Marketing, sob a alegação de que a iniciativa para a abertura desses órgãos caberia ao Poder Executivo e não aos parlamentares. Desde que nasceu, o projeto tem provocado discussões acaloradas.

Em sua concepção, o PL apresentava um ponto divergente logo no primeiro artigo, ao dar margem para confusão entre profissional de Marketing e publicitário, caracterizando o executivo como responsável por desempenhar “atividade especializada de caráter técnico-científico, criativo e artístico, com vistas à criar e redigir textos publicitários, roteirizar spots e comerciais de TV, dirigir peças para rádio e TV, planejar investimentos e inserções de campanhas publicitárias na mídia, atender clientes anunciantes, produzir arte gráfica em publicidade e propaganda, gerenciar contas de clientes e administrar agências de publicidade”.

Outro ponto polêmico do primeiro PL apresentado por Paes, em 2005, referia-se ao fato de que, aprovada a Lei, qualquer outro profissional não formado em Marketing estaria impedido de atuar na área, a menos que comprovasse experiência mínima de cinco anos ininterruptos. Passados quase cinco anos desde o primeiro Projeto de Lei que regulamenta a profissão de Marketing, resta saber por mais quantos outros anos o PL tramitará em Brasília.

Prof. Eduardo Pezzi, Esp


Comerciais Harley Davidson






Guerra de Camisetas!


GESTÃO DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL


A Faculdade Anglo-Americano, Unidade de Caxias do Sul – firmou uma parceria com a Associação Riograndense de Imprensa – ARI Serra Gaúcha. Os profissionais de comunicação ligados à associação recebem um desconto de 20% no curso de Pós-Graduação em Gestão da Comunicação Empresarial, o primeiro curso do gênero realizado no Rio Grande do Sul.

O curso é coordenado pela jornalista e empresária da área de comunicação Juçara Tonet Dini, também presidente da Associação Riograndense de Imprensa (ARI Serra Gaúcha, e diretora de Comunicação e Marketing da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul (CIC).

A especialização é voltada para profissionais graduados que atuam na área da administração, marketing, publicidade, relações-públicas, jornalismo, organização de eventos, gerência e coordenação de veículos de imprensa, e outras funções exercidas na comunicação empresarial, institucional e política. Também é dirigida a profissionais de outras áreas, interessados em gerir e administrar a comunicação de sua empresa ou organização.

O programa contempla disciplinas como gerenciamento de projetos, gestão da comunicação integrada, gestão de marketing, gestão empresarial, organização de eventos, assessoria de imprensa, gestão de pessoas, gerenciamento de crises, cultura corporativa, endomarketing, gerenciamento de mídias, entre outras.

A primeira turma a realizar a pós-graduação teve seus trabalhos publicados no livro Gestão da Comunicação Empresarial: Competências e Reflexões, em 2009, editado pela coordenação do curso.

Com duração de 16 meses, o curso está com inscrições abertas, com inicio agosto/2010, para a segunda turma pelo site http://www.angloamericano.edu.br/faculdade-caxias. Mais informações podem ser obtidas pelo fone (54) 3536-4404.


Dica de livro: Marketing muito além do feeling



Não se faz mais marketing e publicidade apenas com uma idéia na cabeça que vai resultar em uma bela frase de efeito ou imagens impactantes na TV. Se os profissonais dessa área continuarem pensando com esse raciocínio típico de décadas passadas, os negócios das empresas para as quais trabalham não terão os resultados esperados. É o que afirmam Peter Krieg e Kevin Clancy, consultores da Copernicus Marketing Consulting e autores de Marketing

Prof. Eduardo Pezzi, Esp


Modern times | Tempos modernos

Data: 1936
Formato: P&B
Duração: 87 min
Direção: Charlie Chaplin
Roteiro: Charlie Chaplin
Elenco original:
Charlie Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman, Stanley Sandford, Chester Conklin
Género: comédia
Idioma original: inglês

Modern Times (Tempos Modernos, em português) é um filme do cineasta britânico Charles Chaplin lançado em 1936 em que o seu famoso personagem “O Vagabundo” (The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado.
Nesse filme Chaplin quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue verdadeiramente tal qual seja. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade, a escravidão. O amor também surge, mas surge quase paternal: o de um vagabundo por uma menina de rua.

Fonte: Wiki


13 ensinamentos de João Doria Jr. no Aprendiz


Conheça os ensinamentos mais importantes de João Doria Jr. no Aprendiz Universitário
Empresário mostra no programa dicas para se tornar um profissional bem sucedido no trabalho
Quem já assistiu o programa Aprendiz Universitário sabe da rigidez e determinação de João Doria Jr. no comando do reality. O apresentador e empresário traz para o programa sua experiência na administração de empresas e se preocupa em observar e discutir com seus assessores e aprendizes conselhos importantes para ser um profissional bem sucedido no trabalho.
Suas frases, dicas e conclusões sobre as tarefas criadas e executadas pelos candidatos são compartilhadas por David Barioni e Cristiana Arcangeli, e valem também para o dia a dia na vida de qualquer pessoa.

Ao longo dos episódios do programa listamos os principais ensinamentos que João Doria Jr. faz questão de dizer para os participantes e telespectadores.

Conheça seus principais conselhos:

1. Ousar novas soluções

2. Manter o equilíbrio

3. Acreditar no seu projeto

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ter disciplina

7. Negociar soluções

8. Tomar decisões

9. Ensinar pelo exemplo

10. Ser perseverante

11. Amar o que faz

12. Ter vontade de ser o melhor

13. Ter humildade

Fonte: R7


Araquém Alquântara | Fotografia

Clique aqui e veja mais fotografias de Araquém Alquântara


Ozzi no museu de cera | campanha de Marketing

Pegadinha do Ozzy Osbourne no museu de cera gera 500 mil views no YouTube em 2 dias.
E Ozzy Osbourne, está tão bem aos 61 anos de idade que conseguiu se passar por um boneco de cera dele mesmo no museu Madame Tussauds em Nova York e assusto pra burro quem passou por lá. A brincadeira foi totalmente dentro do ‘briefing’ para promover o novo álbum “Scream”. E a promoção está funcionando mesmo. O vídeo foi colocado no YouTube no dia 26 e já está com quase 500 mil views.

fonte: blog viuisso?