Faculdade Anglo Americano | Caxias do Sul

Gestão Hospitalar

Os talentos do Líder Y


Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.

O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?

Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:

– A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
– A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
– O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.

As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.

Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

– O Líder Y não se satisfará em cumprir Metas, Resultados, ou com Cargos e Empregos. Treine-os para desenvolver Causas e levantar bandeiras;
– O Líder Y não se satisfará em comandar seguidores e pessoas obedientes;
– O Líder Y não se satisfará apenas em fazer a sua parte. Crie oportunidades para que possam cuidar do todo;
– O Líder Y não se satisfará com o mundo do tangível. Ajude-os a ser bons gestores do intangível;
– O Líder Y não se satisfará em fazer apenas o combinado. Ajude-os a extrapolar, surpreender e se diferenciar da multidão;
– O Líder Y não se satisfará com discursos sem coerência com a prática. Eduque-os pelo exemplo. Fale mais aos olhos que aos ouvidos;
– O Líder Y não se inspirará pela autoridade ou pelo carisma. Inspire-os pelos valores.

No novo “game da liderança” não adianta tentar abrir as portas do futuro com as chaves do passado!

César Souza (cesarsouza@empreende.net) consultor , escritor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia , Mkt e RH.
blogdocesar.com.br


Novas regras no ponto eletrônico


Com a portaria 1 510, as empresas que utilizam esse meio de controle da jornada de trabalho terão que trocar seus equipamentos!

Administradores fiquem ligados porque apartir de agosto a regra do REP
(Registrador Eletrônico de Ponto) muda!

mais infos aqui no link do MTE


Modern times | Tempos modernos

Data: 1936
Formato: P&B
Duração: 87 min
Direção: Charlie Chaplin
Roteiro: Charlie Chaplin
Elenco original:
Charlie Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman, Stanley Sandford, Chester Conklin
Género: comédia
Idioma original: inglês

Modern Times (Tempos Modernos, em português) é um filme do cineasta britânico Charles Chaplin lançado em 1936 em que o seu famoso personagem “O Vagabundo” (The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado.
Nesse filme Chaplin quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue verdadeiramente tal qual seja. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade, a escravidão. O amor também surge, mas surge quase paternal: o de um vagabundo por uma menina de rua.

Fonte: Wiki


13 ensinamentos de João Doria Jr. no Aprendiz


Conheça os ensinamentos mais importantes de João Doria Jr. no Aprendiz Universitário
Empresário mostra no programa dicas para se tornar um profissional bem sucedido no trabalho
Quem já assistiu o programa Aprendiz Universitário sabe da rigidez e determinação de João Doria Jr. no comando do reality. O apresentador e empresário traz para o programa sua experiência na administração de empresas e se preocupa em observar e discutir com seus assessores e aprendizes conselhos importantes para ser um profissional bem sucedido no trabalho.
Suas frases, dicas e conclusões sobre as tarefas criadas e executadas pelos candidatos são compartilhadas por David Barioni e Cristiana Arcangeli, e valem também para o dia a dia na vida de qualquer pessoa.

Ao longo dos episódios do programa listamos os principais ensinamentos que João Doria Jr. faz questão de dizer para os participantes e telespectadores.

Conheça seus principais conselhos:

1. Ousar novas soluções

2. Manter o equilíbrio

3. Acreditar no seu projeto

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ter disciplina

7. Negociar soluções

8. Tomar decisões

9. Ensinar pelo exemplo

10. Ser perseverante

11. Amar o que faz

12. Ter vontade de ser o melhor

13. Ter humildade

Fonte: R7


14 coisas que você precisa saber para não perder o emprego durante a Copa


1 Posso ou não marcar uma reunião durante um jogo?
Se for jogo do Brasil sob nenhuma hipótese, as pessoas não terão foco e ficarão se perguntando quem fez gol, quem está ganhando.

2 Vale combinar com o pessoal do setor de ver um jogo em algum lugar fora do escritório, como um barzinho?
Tudo depende da orientação da empresa e do esquema montado para os jogos. Se não tiver nenhum esquema e você estiver liberado, não há problemas. No caso de ter que voltar para o escritório depois do jogo, nada de bebidas alcoólicas. E outra coisa: seja comedido, nada de intimidades demais com os colegas de trabalho ou com seus chefes.

3 Não gosto de futebol, mas o pessoal do setor está fazendo um bolão. Participar ou não?

Você não precisa agradar a ninguém, mas lembre-se que é uma oportunidade para ampliar a sinergia e a integração com os colegas. Mas, se você não se sentir confortável recuse, educadamente a participação.

4 Em dia de jogo, vale vestir a camiseta do Brasil?
Se houver uma liberação da empresa, previamente combinado, tudo bem. Pode vestir o verde e amarelo, mas leve uma roupa extra para o caso de ter que trocar na última hora.

5 Ninguém combinou de assistir o jogo e sou fanático por futebol, nunca perdi uma Copa. Posso pedir para ter folga aquele dia?
Caso você nunca tenha perdido um único dia no trabalho, jamais tenha pedido para sair mais cedo, sempre foi o primeiro a se prontificar para fazer hora extra e ainda cumpre todas as metas da empresa pode sim fazer a sugestão ao seu chefe. Dificilmente uma empresa será insensível durante esse período. E é bem improvável, também, que os outros funcionários não se mobilizem para isso. Se nada disso acontecer, a solução é pedir folga nesse dia.

6 Odeio futebol, nunca assisti a uma só Copa, mas meus colegas de escritório já decoraram suas mesas, tem bandeirinhas por todos os lados e o chefe alugou um telão para os dias de jogo do Brasil. O que faço?
É importante entender que você faz parte de um time e que nesse momento será interessante se integrar e com isso valorizar sua imagem junto aos demais. Vale o sacrifício, custa aos colegas entenderem que alguém possa não torcer pelo Brasil. E outra: são só 90 minutos.

7 O que fazer quando a única opção é assistir aos jogos da copa com os colegas de trabalho que você não quer manter nenhuma relação (a não ser de trabalho)?

Flexibilidade é uma qualidade importante para crescer em uma carreira profissional. O relacionamento humano e a integração contam muito. Tente negociar para assistir em casa, caso não consiga fique na sua. Respire fundo e assista ao jogo, mas sem comentários polêmicos.

8 Vale assistir aos jogos pela TV do celular ou internet?
Tudo vale a pena desde que você encare de forma tranqüila. Fique atento para não levar advertência ou isso queimar seu filme. Sinta o ambiente, acima de tudo.

9 Sou uma pessoa nova no setor e ainda não conheço muito bem meu chefe e a equipe. Qual melhor atitude tomar: sugerir de sairmos para assistir aos jogos; continuar a trabalhar normalmente; se todos combinarem de ir, vou também?
A sugestão é se integrar ao grupo, trocar idéias. É um momento único para promover uma integração rápida e conhecer o lado pessoal dos novos colegas e do chefe. Não sugira nada, espere para ver o que acontece. Se te convidarem, pode ir. Não se esqueça que, mesmo durante um jogo, você está sendo avaliado por todos, então mantenha uma atitude de amizade, sem comentários nem brincadeiras comprometedoras.

10 A empresa onde trabalho mantém um quadro de funcionários muito jovem. Qual a melhor dica para manter a produtividade e um clima mais centrado, antes e depois dos jogos?
Observe o comportamento dos líderes da empresa. Pergunte como foi o esquema na Copa anterior. É normal que haja, nos 15 minutos antes e depois aos jogos, discussões de forma descontraída. Combine que comentários posteriores a este período não estão na regra durante a Copa, assim, todos produzirão mais e trarão foco à empresa.

11 Você está em outro país a trabalho e ninguém liga pra futebol, vale inventar uma dor de cabeça só pra ficar assistindo o jogo do Brasil na copa no quarto do hotel?
Vale a pena desde que isso não afete seus compromissos e sua agenda de trabalho. Deve ser pesado também o seu cargo e a sua imagem perante o grupo e perante a sua empresa. Não invente de forma alguma a dor de cabeça, ela se transformar em uma dor de cabeça real caso seu chefe descubra a mentirinha verde e amarela. É melhor, com muito tato, convencer o chefe de liberá-lo na hora do jogo.

12 Posso propor a diretoria uma pausa para vermos aos jogos ou é melhor esperar manifestação de nossos superiores?
As lideranças da empresa devem planejar, com antecedência, o esquema de trabalho para os dias de jogos. Se isso não acontecer, o melhor canal é o de RH ou departamento pessoal.

13 Na copa, vale comemorar os gols do Brasil enlouquecidamente junto ao chefe ou é melhor manter a postura corporativa? Pega mal xingar alto no meio da partida?
Preste atenção: você continua no ambiente corporativo, mesmo sendo Copa do Mundo, e existe uma etiqueta a ser seguida. Em algumas empresas há maior liberdade e o ambiente pode ser descontraído, daí você tem que sentir até onde pode ir. Manter a compostura é fundamental na Copa ou em qualquer evento da empresa.

14 Se meu chefe for Argentino, por exemplo, posso tirar o sarro da cara dele quando a Argentina perder algum jogo?
Não! Respeito, ética e medo são fundamentais para garantir seu emprego com o Brasil campeão ou não. Rivalidades e gozações só com amigos bem íntimos e bem longe do ambiente corporativo.

Fonte: Voce S.A