Faculdade Anglo Americano | Caxias do Sul

Gestão de Recursos Humanos

Você está preparado para ser um bom líder?

O que é ser líder para você? É saber passar as ordens certas? Ou é saber escolher a melhor equipe e conduzi-la? Ser líder vai muito além do que essas simples definições, e envolve a personalidade e a capacidade de enfrentar desafios de cada pessoa.

Seja na faculdade, com os colegas durante as aulas ou em trabalhos em grupo, seja no local de trabalho, na hora de tomar decisões, o líder tem um papel fundamental: cabe a eles conduzir vidas. E como? É dele que vem a influência positiva para fazer uma determinada tarefa. E é fundamental que um líder tenha essa influência positiva, caso contrário, não há motivos para ocupar tal posição.

A influência positiva sob um determinado grupo de pessoas garante que não seja preciso usar a coerção para que seja feita uma determinada tarefa. E nem todas as pessoas conseguem ter essa prática. A personalidade de cada um é fundamental para determinar um líder. Ele precisa saber ouvir, comandar, saber analisar o que está sendo feito além dos resultados.

Se você está gerenciando um grupo no trabalho ou se possui alguma atividade de liderança na faculdade, saiba que é preciso ter algumas características para conseguir os objetivos e ratificar sua liderança. Algumas dessas características são destacadas como:

– Saber identificar os erros e gerenciar as falhas para retornar a situação de maneira favorável;

– Saber ouvir, ensinar e aconselhar;

– Ser um exemplo de caráter e ética, só assim você poderá passar confiança para os demais;

– Demonstrar bons valores para poder influenciar as pessoas;

– Ter visão e saber administrar para o futuro as demandas;

– Estar sempre motivado para poder motivar os demais.

A gente já falou por aqui da história de grandes líderes, como Gandhi. Porém, no século XXI, ser líder envolve outras formas de dialogar com as pessoas.

Aliás, não existe apenas um tipo de liderança que um líder pode exercer. O escritor Idalberto Chiavenato aponta os tipos de liderança mais comum no ambiente de trabalho.

– Autocrática: quando o líder foca apenas nas tarefas, tomando as decisões individuais, desconsiderando a opinião dos demais.

– Democrática: quando é voltada para as pessoas e há participação dos demais na tomada de decisões;

– Liberal: quando um grupo não precisa mais de supervisão constante.

Quer mais dicas de como ser um bom líder? Sabe qual a diferença entre chefe e líder? Então, dá uma olhada no vídeo abaixo para aumentar seus conhecimentos sobre o assunto!


Você sabe definir a Geração Y?


Eles nasceram entre a década de 1980 e meados da década de 1990, são liberais no consumo, preocupam-se com o meio ambiente, cresceram numa cultura das mídias e hoje vivem conectados. Além disso, já foram considerados superficiais e desatentos, ao mesmo tempo que possuem o desejo de mudar o mundo. Essas são algumas das características que representam a chamada Geração Y , tão discutida ultimamente.

Os indivíduos desse grupo são instáveis e voláteis na profissão. Costumam não ficar muito tempo na mesma empresa e nem pensam duas vezes em trocar o trabalho atual por novos desafios. Isso tudo porque imediatismo é uma das palavras-chave em suas vidas. Ainda no ambiente de trabalho, esses jovens também não reconhecem hierarquias e regras de comportamento, valorizam sua vida pessoal e preocupam-se muito mais com o feedback.

A comunicação não tem barreiras. Nativos digitais, eles não cogitam abrir mão da tecnologia e fazem parte de uma geração conectada em rede. Quando o assunto é comportamento e consumo, são fiéis a uma marca (lovemarks) ratificando um status dentro de um comportamento coletivo. Além disso, querem interação com essas marcas e o direito de serem ouvidos assim como esperam uma resposta diante de algum problema.

A Geração Y não pertence a um único grupo, mesclam comportamentos de várias tribos ao redor do mundo e, ao contrário da geração anterior, dispensam rótulos. Na era da ascensão dessa geração, todos nós queremos ser jovens? Esse vídeo, lançado há pouco tempo pela Box 1824, traduz o sentimento da época e nos mostra comportamentos e tendências desses jovens.

Nessa reportagem do Jornal da Globo, você pode conhecer um pouco mais sobre a rotina de uma das empresas símbolo da geração Y, o Facebook. Além disso, a Revista Galileumostra um contraponto bem bacana com as gerações anteriores e a sucessora da Geração Y.


Você sabe fazer um bom currículo?


Indispensáveis na hora de procurar um emprego ou estágio, o currículo reúne as informações dos profissionais, como, por exemplo, cursos realizados, perfil e habilidades. Porém, não basta ter apenas qualificação, é preciso saber usá-las a seu favor. Um currículo bem apresentado é fundamental para chamar atenção da empresa pretendida. Por isso, ao elaborá-lo, você precisará fazer um bom marketing pessoal para poder vender o que você tem de melhor. O Blog da Anglo irá listar algumas dicas bem importantes. Abaixo, organizamos os itens essenciais para serem observador na hora da elaboração:

➡ Dados pessoais: o básico e o principal. São as informações pessoais que você vai deixar para que a empresa possa te contatar (nome completo, idade, endereço, telefone e email);

➡ Objetivo: deixe claro o porquê do interesse na vaga e o que você pode contribuir se for selecionado;

➡ Formação: comece sempre pelo curso mais recente. Não há necessidade de colocar dados do Ensino Médio. Informe seu semestre, faculdade e previsão de término. Deixe cursos, palestras e demais atividades de extensão num tópico paralelo;

➡ Idiomas: seja sincero ao falar de seu nível e habilidades em cada idioma;

➡ Experiência profissional: nessa parte, você irá listar todos os locais por onde você já trabalhou e que tenham a ver com a área pretendida. Coloque em tópicos para facilitar a leitura e comece sempre pelo seu último emprego. Informe o local, data de início, data de término e atividades desenvolvidas;

➡ Cuidado com a estética do seu currículo. Utilize folha branca, fonte Arial ou Times, tamanho 12, e revise bem o português;

➡ Quando você mandar por email, envio como anexo, mas não esqueça de escrever algo no corpo do e-mail, um texto curto e claro como apresentação;

➡ Não esqueça, quantidade não é qualidade, então, não use capa nem muitas folhas, tente resumir suas informações em no máximo duas páginas.

Agora, se você está pensando em enviar currículo para uma empresa internacional ou mesmo para aquelas que solicitam em inglês, a revista Info publicou dicas bem interessantes. Confira aqui.
Uma outra dica bem importante é deixar o currículo online, assim, várias empresas ou departamentos de RH podem te encontrar. Há vários sites para cadastro de currículos, alguns não cobram nada, outros possuem planos mensais. Se você quer mesmo ter um alcance maior, tente investir por um tempo e veja se terá um retorno. Uma outra dica é manter um perfil na rede LinkedIn, a principal rede social hoje para conectar profissionais de todas as áreas. Nela, além de manter contato e criar um relacionamento, é possível participar de discussões de sua área e ainda ser encontrado por alguma empresa que tenha gostado do seu perfil. Já existe outra com a mesma finalidade, a Chamber, porém essa só vale para quem receber convite.


Gestão 2.0: a morte do super-homem


A RedeTV realizou, no último dia 22, mais um debate entre os presidenciáveis do país, que envolve várias etapas. Entre elas, cada candidato teve o direito de realizar uma pergunta para outro candidato. Quando questinado sobre uma estratégia realizada pela Petrobrás, o candidato Plínio Sampaio (PSOL) declarou que não sabia responder a pergunta. Sampaio disse que presidente não precisa saber tudo, pois é para isso que ele necessita dos assessores e ministros. Resposta perfeita.

Nenhuma pessoa que esteja no mais alto cargo de qualquer instituição tem a obrigação de saber tudo e se envolver em todas as decisões da empresa. Imagine se todos os colaboradores da sua companhia dependessem de apenas uma pessoa para seguir em frente com seus projetos, como ficaria a competitividade?

E isso se aplica a todos os níveis gerenciais da empresa. A complexidade existente atualmente no ambiente competitivo da nova economia é enorme e quase impossível de ser acompanhada por toda a instituição. Apenas para se ter exemplo dessa complexidade, há alguns anos atrás, se uma pessoa ficasse doente, ela procurava um clínico geral. No meu caso, minha mãe procurava um otorrinolaringologista. Hoje em dia quase não existem clínicos gerais, mas diversos especialistas como infectologistas, neuropediatras, pneumologistas e etc.

Já dizia Peter Drucker: “Nenhuma instituição jamais poderia sobreviver ou crescer se precisasse de gênios ou super-homens para gerenciá-la. Ela precisa ser organizada de modo a ser capaz de seguir em frente sob uma liderança composta de seres humanos medianos”. Para sobreviver e crescer dentro do ambiente atual da alta competitividade e complexidade é preciso deixar de construir organizações que dependam da liderança heróica.

É necessário reconhecer que não podemos reduzir a importância das outras pessoas existentes dentro de nossas empresas. Devemos aproveitar a propensão natural dos indivíduos de cooperar em comunidades em detrimento de criar grupos de seguidores que devem ser motivados para que tenham bom desempenho. É preciso incentivar que as equipes compartilhem processos, incentivem a propriedade coletiva de ideias e permitir que as equipes aprendam umas com as outras.

Diversidade de perspectivas é um elemento importante para empresas que querem navegar nas ondas revoltas da nova economia e que, por essa razão, buscam investir em criatividade. Elas estão constantemente em busca de pessoas com a capacidade e a disposição de colaborar entre diferentes disciplinas. No final, essa capacidade é o que distingue a mera equipe multidisciplinar de uma equipe verdadeiramente interdisciplinar. Em um grupo multidisciplinar, cada pessoa defende a própria especialidade técnica e o projeto se transforma em uma prolongada negociação entre os membros da equipe, provavelmente resultando em concessões a contragosto. Em uma equipe interdisciplinar, todos se sentem donos das ideias e assumem a responsabilidade por elas.

Portanto, nenhuma empresa pode depender da existência de um super-homem para sobreviver e crescer, pois a complexidade é a kriptonita desse super-herói. Nesse caso, assim como o chumbo protege o super-homem dos efeitos da kriptonita, a criatividade e a inteligência coletiva protegem a empresa dos efeitos da alta complexidade. É preciso reconhecer que somos mais inteligentes do que qualquer um de nós.

Fonte: @blogdomarcelao


Anglo na Feira do Empreendedor RS


Além de circular dentre 20 mil pessoas e vislumbrar os mais de R$ 12 milhões em negócios no Salão de Franquias, os alunos da AngloCaxias puderam viver intensamente a Feira do Empreendedor RS, que ocorreu nos últimos dias (9 a 12/09) no centro de Exposições da FIERGS.

Para saber mais sobre a feira clique aqui


Turma da Anglo em peso na ENCOMEX

Muitos alunos da Anglo Caxias estiveram em peso na Última Encomex Mercosul na Fiergs!

Pra quem não foi fica a sinopse da feira:

O Encomex, um evento institucional de caráter internacional e formato múltiplo que se consolida a cada edição como uma oportunidade de conhecimento e de convergência dos diferentes agentes públicos e privados interessados no mercado exportador brasileiro, promovendo, incentivando e fomentando o processo de exportação das empresas e ajudando no desenvolvimento de mercados.

O Encomex busca promover a competitividade e a sustentabilidade no setor de exportação contribuindo na busca de soluções e alternativas para os problemas que existem no processo de exportação, juntamente com o poder público e a iniciativa privada procurando novos nichos de mercado para as exportações brasileiras.

Saiba + da Encomex aqui


Os talentos do Líder Y


Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.

O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?

Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:

– A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
– A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
– O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.

As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.

Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

– O Líder Y não se satisfará em cumprir Metas, Resultados, ou com Cargos e Empregos. Treine-os para desenvolver Causas e levantar bandeiras;
– O Líder Y não se satisfará em comandar seguidores e pessoas obedientes;
– O Líder Y não se satisfará apenas em fazer a sua parte. Crie oportunidades para que possam cuidar do todo;
– O Líder Y não se satisfará com o mundo do tangível. Ajude-os a ser bons gestores do intangível;
– O Líder Y não se satisfará em fazer apenas o combinado. Ajude-os a extrapolar, surpreender e se diferenciar da multidão;
– O Líder Y não se satisfará com discursos sem coerência com a prática. Eduque-os pelo exemplo. Fale mais aos olhos que aos ouvidos;
– O Líder Y não se inspirará pela autoridade ou pelo carisma. Inspire-os pelos valores.

No novo “game da liderança” não adianta tentar abrir as portas do futuro com as chaves do passado!

César Souza (cesarsouza@empreende.net) consultor , escritor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia , Mkt e RH.
blogdocesar.com.br


Na mira do HeadHunter

“Não sou melhor nem pior que niguém”

“Não sou melhor nem pior que ninguém”. Esta é uma afirmação comumente escutada nas entrevistas que conduzo.

Apesar de parecer uma afirmação corriqueira e verdadeira, ela pode esconder uma atitude arrogante e desumana em sua concepção.

Eu fui perceber isto muito recentemente após assistir a peça de teatro “A Alma Imoral”. Uma das histórias contadas por Clarice Niskier fala de um homem muito rico que se alimentava apenas de pão duro. E por ser muito rico e alimentar-se deste jeito, corria o risco de – analogamente – achar que os pobres podiam comer pedras.

Quando afirmamos não sermos melhores nem piores do que ninguém, colocamo-nos como parâmetro de “normalidade” e – de alguma maneira – corremos dois riscos em potencial:

1) Acreditar que TODOS podem ter o mesmo desempenho que o nosso e desprezar àqueles que não atingirem o que impusemos como padrão ”normal” de desempenho;

2) Exigir de nós mesmos patamares de desempenho iguais aos dos demais em todas as esferas do conhecimento e nos tornarmos infelizes.

Você será SIM melhor do que os outros em alguns aspectos e será SIM pior do que os outros em outros. Ninguém é bom em tudo o que faz e também é verdadeiro dizer que todos têm seu talento próprio.

O que liga estas diferentes habilidades em prol de um objetivo comum é a liderança. Ela é a capacidade de respeitar os demais em seus limites e desenvolver-lhes novas habilidades.

Acredito que a possibilidade de tornar-se bem-sucedido é quando há a perfeita combinação do melhor talento de uma pessoa (acredito todo mundo tem o seu melhor talento) com uma atividade profissional que exija este talento como fator crítico de sucesso. E aí exemplos não faltam: é como um cara que adora degustar vinhos e encontra alguém que lhe paga para fazer isto!

Saber reconhecer seus talentos e suas limitações assim como saber reconhecê-los nas demais pessoas com quem você interage é – em si – um fator crítico para você alcançar o seu sucesso!

BOA SORTE!

Fonte: VoceSA


Novas regras no ponto eletrônico


Com a portaria 1 510, as empresas que utilizam esse meio de controle da jornada de trabalho terão que trocar seus equipamentos!

Administradores fiquem ligados porque apartir de agosto a regra do REP
(Registrador Eletrônico de Ponto) muda!

mais infos aqui no link do MTE


13 ensinamentos de João Doria Jr. no Aprendiz


Conheça os ensinamentos mais importantes de João Doria Jr. no Aprendiz Universitário
Empresário mostra no programa dicas para se tornar um profissional bem sucedido no trabalho
Quem já assistiu o programa Aprendiz Universitário sabe da rigidez e determinação de João Doria Jr. no comando do reality. O apresentador e empresário traz para o programa sua experiência na administração de empresas e se preocupa em observar e discutir com seus assessores e aprendizes conselhos importantes para ser um profissional bem sucedido no trabalho.
Suas frases, dicas e conclusões sobre as tarefas criadas e executadas pelos candidatos são compartilhadas por David Barioni e Cristiana Arcangeli, e valem também para o dia a dia na vida de qualquer pessoa.

Ao longo dos episódios do programa listamos os principais ensinamentos que João Doria Jr. faz questão de dizer para os participantes e telespectadores.

Conheça seus principais conselhos:

1. Ousar novas soluções

2. Manter o equilíbrio

3. Acreditar no seu projeto

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ter disciplina

7. Negociar soluções

8. Tomar decisões

9. Ensinar pelo exemplo

10. Ser perseverante

11. Amar o que faz

12. Ter vontade de ser o melhor

13. Ter humildade

Fonte: R7


14 coisas que você precisa saber para não perder o emprego durante a Copa


1 Posso ou não marcar uma reunião durante um jogo?
Se for jogo do Brasil sob nenhuma hipótese, as pessoas não terão foco e ficarão se perguntando quem fez gol, quem está ganhando.

2 Vale combinar com o pessoal do setor de ver um jogo em algum lugar fora do escritório, como um barzinho?
Tudo depende da orientação da empresa e do esquema montado para os jogos. Se não tiver nenhum esquema e você estiver liberado, não há problemas. No caso de ter que voltar para o escritório depois do jogo, nada de bebidas alcoólicas. E outra coisa: seja comedido, nada de intimidades demais com os colegas de trabalho ou com seus chefes.

3 Não gosto de futebol, mas o pessoal do setor está fazendo um bolão. Participar ou não?

Você não precisa agradar a ninguém, mas lembre-se que é uma oportunidade para ampliar a sinergia e a integração com os colegas. Mas, se você não se sentir confortável recuse, educadamente a participação.

4 Em dia de jogo, vale vestir a camiseta do Brasil?
Se houver uma liberação da empresa, previamente combinado, tudo bem. Pode vestir o verde e amarelo, mas leve uma roupa extra para o caso de ter que trocar na última hora.

5 Ninguém combinou de assistir o jogo e sou fanático por futebol, nunca perdi uma Copa. Posso pedir para ter folga aquele dia?
Caso você nunca tenha perdido um único dia no trabalho, jamais tenha pedido para sair mais cedo, sempre foi o primeiro a se prontificar para fazer hora extra e ainda cumpre todas as metas da empresa pode sim fazer a sugestão ao seu chefe. Dificilmente uma empresa será insensível durante esse período. E é bem improvável, também, que os outros funcionários não se mobilizem para isso. Se nada disso acontecer, a solução é pedir folga nesse dia.

6 Odeio futebol, nunca assisti a uma só Copa, mas meus colegas de escritório já decoraram suas mesas, tem bandeirinhas por todos os lados e o chefe alugou um telão para os dias de jogo do Brasil. O que faço?
É importante entender que você faz parte de um time e que nesse momento será interessante se integrar e com isso valorizar sua imagem junto aos demais. Vale o sacrifício, custa aos colegas entenderem que alguém possa não torcer pelo Brasil. E outra: são só 90 minutos.

7 O que fazer quando a única opção é assistir aos jogos da copa com os colegas de trabalho que você não quer manter nenhuma relação (a não ser de trabalho)?

Flexibilidade é uma qualidade importante para crescer em uma carreira profissional. O relacionamento humano e a integração contam muito. Tente negociar para assistir em casa, caso não consiga fique na sua. Respire fundo e assista ao jogo, mas sem comentários polêmicos.

8 Vale assistir aos jogos pela TV do celular ou internet?
Tudo vale a pena desde que você encare de forma tranqüila. Fique atento para não levar advertência ou isso queimar seu filme. Sinta o ambiente, acima de tudo.

9 Sou uma pessoa nova no setor e ainda não conheço muito bem meu chefe e a equipe. Qual melhor atitude tomar: sugerir de sairmos para assistir aos jogos; continuar a trabalhar normalmente; se todos combinarem de ir, vou também?
A sugestão é se integrar ao grupo, trocar idéias. É um momento único para promover uma integração rápida e conhecer o lado pessoal dos novos colegas e do chefe. Não sugira nada, espere para ver o que acontece. Se te convidarem, pode ir. Não se esqueça que, mesmo durante um jogo, você está sendo avaliado por todos, então mantenha uma atitude de amizade, sem comentários nem brincadeiras comprometedoras.

10 A empresa onde trabalho mantém um quadro de funcionários muito jovem. Qual a melhor dica para manter a produtividade e um clima mais centrado, antes e depois dos jogos?
Observe o comportamento dos líderes da empresa. Pergunte como foi o esquema na Copa anterior. É normal que haja, nos 15 minutos antes e depois aos jogos, discussões de forma descontraída. Combine que comentários posteriores a este período não estão na regra durante a Copa, assim, todos produzirão mais e trarão foco à empresa.

11 Você está em outro país a trabalho e ninguém liga pra futebol, vale inventar uma dor de cabeça só pra ficar assistindo o jogo do Brasil na copa no quarto do hotel?
Vale a pena desde que isso não afete seus compromissos e sua agenda de trabalho. Deve ser pesado também o seu cargo e a sua imagem perante o grupo e perante a sua empresa. Não invente de forma alguma a dor de cabeça, ela se transformar em uma dor de cabeça real caso seu chefe descubra a mentirinha verde e amarela. É melhor, com muito tato, convencer o chefe de liberá-lo na hora do jogo.

12 Posso propor a diretoria uma pausa para vermos aos jogos ou é melhor esperar manifestação de nossos superiores?
As lideranças da empresa devem planejar, com antecedência, o esquema de trabalho para os dias de jogos. Se isso não acontecer, o melhor canal é o de RH ou departamento pessoal.

13 Na copa, vale comemorar os gols do Brasil enlouquecidamente junto ao chefe ou é melhor manter a postura corporativa? Pega mal xingar alto no meio da partida?
Preste atenção: você continua no ambiente corporativo, mesmo sendo Copa do Mundo, e existe uma etiqueta a ser seguida. Em algumas empresas há maior liberdade e o ambiente pode ser descontraído, daí você tem que sentir até onde pode ir. Manter a compostura é fundamental na Copa ou em qualquer evento da empresa.

14 Se meu chefe for Argentino, por exemplo, posso tirar o sarro da cara dele quando a Argentina perder algum jogo?
Não! Respeito, ética e medo são fundamentais para garantir seu emprego com o Brasil campeão ou não. Rivalidades e gozações só com amigos bem íntimos e bem longe do ambiente corporativo.

Fonte: Voce S.A