Faculdade Anglo Americano | Caxias do Sul

Redes de Computadores

Novo Twitter

O pessoal do Twitter lançou a nova interface do tão badalado micro blog com esse video ai…


gostou? sim…não..comenta ai então!


A história do Vale do Sílicio


Muito se tem falado sobre o filme que narra a história de como surgiram a Microsoft e a Apple, tendo com base o Vale do Silício, uma região da Califórnia infestada de empresas de tecnologia.

Mas o porque de tanta polêmica?

A narrativa do filme evidencia que não as grandes indústrias de computadores que criaram as máquinas de computação pessoal, mas adolescentes, nas garagens com o desejo de criar uma ferramenta para mudar o mundo.
É lógico que o Vale do Sílicio foi palco de uma revolução talvez mais radical, sem ícones muito visíveis, e que ocorreu na economia e nas finanças. Uma economia movida a capitais de risco cresceu quase do zero, como surgida do nada, até provocar tombos mundiais catastróficos.
Para entender melhor vamos descrever aqui o que Tim Bajarin, diz em seu artigo publicado pela PC MAG:

“As origens da tecnologia avançada em que as empresas do Vale do Silício, nos Estados Unidos, que praticamente ditam as regras do mundo tecnológico contemporâneo, remetem à Segunda Guerra Mundial. Já em 1939, os alemães tinham desenvolvido sofisticados sistemas de radares, capazes de identificar os bombardeiros aliados e caças inimigos, muito antes de sermos capazes de impedir tal tipo de detecção. Por isso, os militares norte-americanos estabeleceram um laboratório secreto em Harvard, chamado Radio Research LAB (RRL).
Graças ao trabalho ali desenvolvido, descobriu-se uma maneira de confundir os alemães em seus esforços de identificar as aeronaves aliadas. Um jogo de gato e rato se seguiu: os americanos encontravam uma maneira de confundir o radar, os alemães encontravam um jeito de contorná-la – e todos tinham que desenvolver novos métodos para burlar os novos dispositivos.
Entra em cena Fredrick Terman, que havia sido selecionado em Stanford para chefiar o RRL em Harvard. Terman retornou para lá depois da guerra para comandar a cadeira de engenharia da escola. Assim, ele estendeu os programas da universidade nas áreas de Engenharia, Ciências e Estatística. Dois de seus alunos de Engenharia, por sinal, foram William Hewlett e David Packard, fundadores da HP. Foi Terman quem analisou seus trabalhos e sugeriu que eles abrissem a própria empresa”.
O filme é relatado sob a visão de Stephen Wozniak. Inicia-se por volta dos anos da década de 1970, onde Stephen e Steve Jobs, de modo simplório e ainda desconhecidos, propõem um microcomputador pessoal, isso só em planos, nada concreto ainda.
Ficou com vontade de saber mais?

Veja aí!

Fonte: PC MAG


IV Encontro os Caminhos da Tecnologia

Prezado (a) Aluno(a),

Ocorrerá no dia de amanhã 25/09, nas dependências da Faculdade Anglo-Americano o IV Encontro “ Os Caminhos da Tecnologia “.

O Evento iniciará às 09hs da manhã com um café.

Será apresentado uma simulação Hacker.

Contamos com sua participação neste Evento.(4 horas de atividades complementares)

Foco: Curso de Ciência da Computação, Sistemas para Internet e Redes de Computadores


Já viu o Windows Surface?

A Microsoft comercializa um computador futurista chamado Surface, com formato de mesa e uma grande tela tátil em vez de mouse e teclado.

Trata-se de um passo adiante no lar do futuro imaginado por Bill Gates, um dos fundadores da companhia, no qual a voz e o tato substituirão os teclados e mouses.

O produto, chamado Microsoft Surface, tem uma tela de cerca de 70 centímetros protegida por um plástico e permite tocar e movimentar os objetos nela para fazer quebra-cabeças, colorir (o usuário pode escolher as cores com o dedo, em cubos virtuais) e compartilhar fotos de maneira muito simples.

Apelidado de “Milan”, o computador é capaz de reconhecer os artigos colocados em sua superfície, como telefones celulares e câmeras fotográficas, o que permitirá, por exemplo, baixar as fotografias de uma câmera digital.



+ INFOS: microsoft.com/surface


Os talentos do Líder Y


Um conjunto inesperado de novas circunstâncias, capazes de desconstruir ideias e empresas que se julgam sólidas, impacta nosso cotidiano. Um novo perfil de consumidor, novos mercados, novas plataformas de negócios. Uma nova geração está subindo o elevador corporativo em uma quantidade maior e em escala bem mais rápida que o previsto. São jovens inquietos, que se movem a uma velocidade proporcional ao talento que possuem.
Muito se tem falado sobre a Geração Y e das suas aspirações de reconhecimento, individualidade, experimentação, além das características – impaciência, questionamentos, ansiedade, conectividade, criatividade, informalidade e, principalmente, pressa! – que se tornaram uma espécie de “marca registrada” dessa tribo.

O que precisamos agora é focar na tarefa de identificar dentre esses membros da G-Y quais serão os Lideres Y. Como fazê-lo?

Gostaria de provocar a reflexão de pelo menos três aspectos que precisam ser aprofundados pelos líderes atuais e pelos profissionais de RH:

- A responsabilidade de identificar e cultivar os potenciais Líderes Y dentre os talentos da G-Y, é tarefa indelegável dos gestores e líderes atuais e não deve, nem pode, ser considerada como tarefa da área de RH. O máximo que esses profissionais podem fazer é ajudar os líderes e gestores nessa tarefa, mas jamais substituí-los;
- A G-Y não se sente mais tão atraída, como as gerações passadas, pela marca das empresas. O que as atrai ou as afasta é o grau de aderência que a “causa” da empresa tem com suas causas e valores pessoais;
- O desafio não é “atrair e reter” talentos Y, pois eles não apreciam essa expressão – um deles me revelou que “retenção” lembra “detenção”. Proponho que pensemos em ‘atrair e engajar” os G-Y. Engajamento será uma palavra chave para lidar com essa turma.
As empresas precisam criar mecanismos, clima, estrutura e diretrizes de forma a criar um ambiente menos engessado e mais propício ao cultivo desses líderes Y. Infelizmente, a prática do management tradicional que serviu no Mundo 1.0 e os conceitos de Liderança, tais como os conhecemos hoje, estão com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do que era considerado um líder eficaz já não têm mais espaço na realidade do Mundo 2.0. Apesar de saber que esse tradicional modelo de liderança deixou de funcionar, uma nova forma de pensar e exercer a liderança ainda não se faz presente com a intensidade necessária.

As dificuldades que surgem em momentos como esse devem ser enfrentadas com soluções inovadoras e corajosas, com uma nova forma de olhar e perceber a realidade. Não se trata apenas de melhorar o que existe, de aperfeiçoar ou incrementar o pensar e o agir. Trata-se de reinventar o pensamento e a ação.

Baseado na oportunidade que tenho tido de conviver com vários líderes inspiradores em diversas partes do mundo, ouso, então, propor uma nova moldura para a prática da Liderança, alertando sobre algumas características que poderão ajudar a obter maior grau de sucesso ao tentar identificar, desenvolver e engajar Líderes Y:

- O Líder Y não se satisfará em cumprir Metas, Resultados, ou com Cargos e Empregos. Treine-os para desenvolver Causas e levantar bandeiras;
- O Líder Y não se satisfará em comandar seguidores e pessoas obedientes;
- O Líder Y não se satisfará apenas em fazer a sua parte. Crie oportunidades para que possam cuidar do todo;
- O Líder Y não se satisfará com o mundo do tangível. Ajude-os a ser bons gestores do intangível;
- O Líder Y não se satisfará em fazer apenas o combinado. Ajude-os a extrapolar, surpreender e se diferenciar da multidão;
- O Líder Y não se satisfará com discursos sem coerência com a prática. Eduque-os pelo exemplo. Fale mais aos olhos que aos ouvidos;
- O Líder Y não se inspirará pela autoridade ou pelo carisma. Inspire-os pelos valores.

No novo “game da liderança” não adianta tentar abrir as portas do futuro com as chaves do passado!

César Souza (cesarsouza@empreende.net) consultor , escritor, palestrante e presidente da Empreenda Consultoria nas áreas de Estratégia , Mkt e RH.
blogdocesar.com.br


Boas ideias de negócios na área de tecnologia

ARMINDO FREITAS MOTTA JR. | DONO DA WAPPA A empresa planeja crescer 100% neste ano com a expansão do sistema de pagamento via celular


O mercado de pagamento de contas por celular ainda é pouco explorado e muito promissor. Ainda sem uma tecnologia dominante, quem apresenta soluções eficazes ganha espaço rapidamente. É o caso da Wappa, de São Paulo, que faturou R$ 15 milhões em 2009 e planeja crescer 100% neste ano. Seu principal produto atende uma prosaica necessidade corporativa: o controle das corridas de táxis de empregados.
A Wappa começou a desenvolver seus projetos em 2002. Em princípio, criou a tecnologia de olho nos clientes de tíquetes-refeição. Não conseguiu explorar esse nicho. O empresário Armindo Freitas Motta Jr., 31 anos, afirma que o conceito era muito novo para implantar o sistema em um mercado tão grande e complexo. “Era preciso ter uma rede credenciada muito extensa. Além disso, as pessoas tinham certo apego à cultura do cheque físico”, lembra.

Um produto derivado para pagamento de táxis acabou por se revelar a grande oportunidade. “É um mercado que movimenta R$ 1 bilhão por ano. Muitas empresas têm problemas para controlar boletos e vouchers”, diz Motta Jr. O sistema atribui um crédito por funcionário ou centro de custo e permite o pagamento via celular em 80 cidades de 24 estados. O gestor pode acompanhar em tempo real as transações. “A transparência chega a gerar 40% de economia para os clientes”, afirma o dono da Wappa.

Para iniciar um empreendimento na área, Motta Jr. afirma que o grande investimento deve ser feito no desenvolvimento do sistema e da estrutura de apoio, com servidores, data center e terminais. O serviço de programação pode ser terceirizado, mas a equipe de operação e manutenção tem de ser própria.
Fonte: PEGN


13 ensinamentos de João Doria Jr. no Aprendiz


Conheça os ensinamentos mais importantes de João Doria Jr. no Aprendiz Universitário
Empresário mostra no programa dicas para se tornar um profissional bem sucedido no trabalho
Quem já assistiu o programa Aprendiz Universitário sabe da rigidez e determinação de João Doria Jr. no comando do reality. O apresentador e empresário traz para o programa sua experiência na administração de empresas e se preocupa em observar e discutir com seus assessores e aprendizes conselhos importantes para ser um profissional bem sucedido no trabalho.
Suas frases, dicas e conclusões sobre as tarefas criadas e executadas pelos candidatos são compartilhadas por David Barioni e Cristiana Arcangeli, e valem também para o dia a dia na vida de qualquer pessoa.

Ao longo dos episódios do programa listamos os principais ensinamentos que João Doria Jr. faz questão de dizer para os participantes e telespectadores.

Conheça seus principais conselhos:

1. Ousar novas soluções

2. Manter o equilíbrio

3. Acreditar no seu projeto

4. Ter Foco

5. Trabalhar em equipe

6. Ter disciplina

7. Negociar soluções

8. Tomar decisões

9. Ensinar pelo exemplo

10. Ser perseverante

11. Amar o que faz

12. Ter vontade de ser o melhor

13. Ter humildade

Fonte: R7


robô capaz de jogar bilhar!

O PR2 é um robô especialmente desenvolvido para jogar bilhar. Criado por uma pequena equipe de desenvolvedores em apenas uma semana, a máquina começou a funcionar na sexta-feira passada (11), de acordo com o site da Willow Garage, responsável pelo desenvolvimento.
Em vez de câmeras controladas remotamente, o robô conta com câmeras de alta resolução com uma espécie de “rastreador de manchas de cor” e um software especial para planejar suas jogadas e encaçapar tudo com perfeição.

fonte: G1


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